domingo, 3 de abril de 2016

Resenha #55 - Harry Potter e a Pedra Filosofal


Créditos da foto: PsychoReader
Páginas: 224
Gênero: infanto-juvenil
Editora: Rocco
Ano: 1997 (Reino Unido) e 2000 (Brasil)


Sinopse:
''Um bebê é deixado à porta da familia Dursley, com uma carta que explica quem ele é e quais os mistérios que envolvem sua sobrevivência, após um duelo no qual seus pais morreram.
     Onze anos mais tarde, Harry Potter recebe o melhor presente de aniversário: descobre que é um bruxo e como tal deve ser educado.
     Conduzido por Rubeo Hagrid, o doce e atrapalhado gigante ruivo, Harry inicia sua trajetória no cotidiano da magia. Na escola de bruxaria de Hogwarts, sob a direção do sábio professor Alvo Dumbledore, ele aprende a fazer poções, feitiços, a transformar coisas, e a pilotar uma vassoura. Enfrenta as dificuldades normais de um principiante e alguns obstáculos a mais lhe são impingidos por sua fama.
     Afinal, Harry Potter, mesmo sem saber, derrotou o mais terrível dos feiticeiros. Agora, para prosseguir vitorioso, precisa aprender a dominar a sabedoria contida em valores simples da vida como a amizade, a perseverança e o amor.''



     Harry Potter e a Pedra Filosofal, primeiro livro da série Harry Potter e da escritora britânica J.K. (Joanne Kathleen) Rowling, foi inicialmente rejeitado por diversas editoras até ser finalmente lançado em 1997 pela Bloomsbury, na Grã-Bretanha, e chegar aos brasileiros em 2000, pela Rocco.

     É uma verdadeira obra de arte, para ser lido não apenas por crianças, mas por todo o tipo de pessoas, de todas as idades. A história fala de amor, amizade, coragem e perda, e também nos mostra que a magia é real: só depende de nós.

     O livro, que se tornou uma febre mundial, conta a história do pequeno Harry Potter, que é apenas um bebê quando seus pais morrem, e é deixado na porta da casa dos Dursley: seus detestáveis tios, Petúnia e Valter, e o primo, Duda.

     Reprimido de toda a forma pelos tios, primo, colegas e por toda a vizinhança, Harry se sente (e é tratado como) um intruso em sua própria casa. Os tios se gabam se serem perfeitamente normais, obrigado, e detestam qualquer coisinha que possa parecer incomum (até mesmo a simples menção de magia). Os Dursley nunca falam dos pais de Harry quando podem evitar, e qualquer coisa que saia fora de controle é culpa do garoto, mesmo que ele não esteja por perto. Mas a vida de Harry começa a mudar quando ele recebe uma carta e tio Válter o impede de lê-la. Como Harry continua a receber cartas idênticas à primeira, sem parar, eles começam a fugir da cidade: se hospedam em alguns lugares no meio da estrada, mas as cartas sempre os encontram. Quando começam a pensar que estão a salvo (em um casebre abandonado, numa ilha no meio do mar), à meia-noite, no aniversário de Harry, o gigante Rúbeo Hagrid invade a cabana e conta a verdade: Harry Potter é um bruxo, e tem uma vaga na escola de magia e bruxaria de Hogwarts.

     Como é de se esperar, a vida de Harry muda completamente: mesmo sem acreditar no início, logo sai para comprar caldeirões, varinhas, vestes e livros, e fica conhecendo um pouquinho mais sobre mundo onde vai viver, visitando o Beco Diagonal. Lá ganha sua primeira coruja e fica sabendo que, quando tinha um ano de idade, derrotou o pior bruxo que já existiu, o Lorde das Trevas, Voldemort. Também descobre que todos por lá já o conhecem e o adoram: afinal, ele é o garoto que sobreviveu! Mas nada se compara a quando vai para Hogwarts. Lá fica amigo de Rony Weasley, Hermione Granger e tantos outros, e se descobre envolvido em um mundo de magia que, até então, só existia em seus maiores sonhos. Entre vassouras voadoras, quadros que se movem e falam, escadas que trocam de lugar e peças de xadrez que se movem sozinhas, Harry vai perceber que ali, sim, é sua verdadeira casa, e também a casa de todos nós, os leitores.
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